Petrobras eleva querosene de aviação em 7,2%; custo pressiona o setor aéreo
Alta média de R$ 0,45 por litro vale para a venda às distribuidoras. O efeito sobre passagens depende das decisões de cada companhia.
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Edição de 02/11/2026, apurada a partir das 7h e preparada às 07:06 (Brasília). Quatro editoriais selecionados, sem cotas artificiais: Petrobras e Opep+ são fatos de 1º/11; DeepSeek (31/10) e CMA/Meta (30/10) são contexto anterior às últimas 24 horas, ainda não coberto aqui. Os oito temas foram examinados. Não confirmamos nova mudança legislativa ou tributária relevante para acrescentar nesta janela. A listagem da Receita consultada trazia comunicados anteriores; a consulta às últimas notícias do Senado falhou, e a página da Câmara não permitiu confirmar uma alteração recente pertinente. Isso é uma limitação de apuração, não afirmação de inexistência de novas normas. Em Economia Brasil, o destaque é o custo da aviação; não confirmamos novo indicador macroeconômico para esta seleção. Hoje não há pregão da B3 por Finados, conforme comunicado de 30/10, já presente na agenda. A investigação da Meta não é uma condenação nem nova lei. Agenda reconferida para 2 a 8/11, com 11 eventos; resultados e reunião do Itaú foram acrescentados. Calendários do IBGE e BCB foram lidos no navegador após limitações da consulta web. Não há cotações em tempo real nesta edição.
Alta média de R$ 0,45 por litro vale para a venda às distribuidoras. O efeito sobre passagens depende das decisões de cada companhia.
O grupo preserva os níveis requeridos de setembro e agenda nova reunião para 29/11. Metas não equivalem à produção efetiva.
Código público conecta trabalho em um repositório a pedidos autorizados. A própria equipe o classifica como pesquisa, ainda sem prontidão para produção.
CMA examina possível abuso de posição dominante. A abertura da investigação não representa condenação nem criação de uma lei.